Por uma nova paidéia: o Espiritismo como revolução educativa 

                                                                                                     

A pré-história humana inicia-se com a aquisição da posição ereta por parte do hominídeo. Esta o faz descer à terra, libera suas mãos, que agora podem manusear os objetos, construir utensílios, e assim prepara-se o processo para o desenvolvimento da cultura, mesmo ainda elementar.

Inicia-se, então, o processo que vai do hominídeo ao homem, passando pelo Australopithecus, cerca de 5 milhões a 1 milhão de anos atrás, o qual lasca a pedra e desenvolve abrigos, passando pelo homem de Neanderthal, de 200 a 40 mil anos atrás, que aperfeiçoa as armas e desenvolve um culto dos mortos, até chegarmos ao Homo sapiens, que desenvolve a linguagem e passa a educar seus filhotes. Inicia-se neste momento a grande aventura da educação na história humana, inicialmente, através de uma educação baseada nos jogos, brincadeiras e na imitação, sobretudo. Neste período, já estão fixados os pré-requisitos biológicos para a aprendizagem e a memorização de comportamentos.

Um pouco mais tarde, cerca de 10 a 8 mil anos atrás, ocorre a Revolução do chamado período Neolítico, com o surgimento da agricultura, do cultivo da terra e das técnicas. Ainda assim, a educação permanece baseada em um sistema de imitação do comportamento dos demais membros do grupo, só que agora ligada não somente ao clã, à família, mas ao aprendizado de um ofício. Neste período, surgem as sociedades civilizadas, como os povos da Mesopotâmia e os egípcios.

A educação, neste momento, passa a estar atrelada a uma casta sacerdotal, a qual detém os saberes e é a responsável por sua transmissão. Na Mesopotâmia, o aprendizado dá origem ao escriba e no Egito, por sua vez, a formação de aprendizes dá surgimento a uma elite de sacerdotes que detém todo o conhecimento técnico e religioso.

Paralelamente, entretanto, a estas populações do Médio-Oriente se desenvolve uma outra, com características peculiares e cuja cultura segue um rumo totalmente diverso de todos os povos da antigüidade, dando lugar ao que os historiadores vieram a chamar de o “milagre grego”.

Inicia-se na Grécia uma nova visão de cultura, uma nova perspectiva de homem não mais ligados ao saber mítico e religioso, mas cujo objetivo maior era o desenvolvimento do intelecto e da racionalidade próprios do homem, o qual, a partir de então, deveria submeter toda a aquisição da cultura e do saber ao julgamento da teoria.

Com Sócrates, nascia uma pedagogia da consciência individual, a qual procurava “trazer para fora” o que o homem já trazia dentro de si, visando aprofundar sempre os conceitos aprendidos. Já com Platão, o maior dos filósofos gregos, surge a noção de mundo das idéias, da existência de um mundo a priori, do qual procederíamos e ao qual retornaríamos com a morte do corpo e a liberação da alma imortal. As coisas deste mundo, na sua óptica, seriam apenas a cópia imperfeita daquele outro, verdadeira morada do ser. Aristóteles, então, expressando em seu caráter mais elevado a paidéia grega, considera o intelecto como o vértice e o centro da vida psíquica, e elabora uma Enciclopédia, em uma visão de saber universal, que deve ser aprendido pelo homem na sua racionalidade e constante busca pela excelência.

Surgia, assim, a noção de paidéia – de um ideal de formação humana o qual deveria conduzir o homem ao estudo das humanidades, de todos os saberes ligados ao homem – , que, sobretudo, visava desenvolver as virtudes do cidadão ligadas ao intelecto, ficando os sentimentos em um segundo plano.

Com isso, os gregos introduziram no Ocidente uma noção que viria a influenciar todos os seus contemporâneos, fazendo com que o período chamado de helenismo fosse o auge dessa cultura, cuja influência se fez em praticamente todos os povos do Mediterrâneo e também chegou a Roma, que através da sua expansão territorial, toma contato com a língua e cultura gregas.

A mulher, por outro lado, entre os gregos, vivia à margem das decisões sociais, submissa ao pai e depois ao marido, a quem deveria dedicar total fidelidade. Não possuía direitos sociais, mas no lar deveria ser aquela encarregada dos filhos, que poderiam ser aceitos ou rejeitados pelo pai, se ele assim o quisesse.

A infância, na antigüidade, era um lugar de passagem, atacada pelas doenças, sujeita ao abandono, vítima de abusos e violência, a ela se depositava um mínimo investimento afetivo, portanto. Sempre à margem da sociedade, não estava no rol das preocupações sociais, pensando-se sobre ela apenas a utilidade que poderia vir a ter quando adulta, o que caracterizava a modalidade da  educação recebida, seja para os trabalhos manuais, considerados inferiores, e dessa forma destinados às classes baixas, ou então a educação voltada para a liderança e o governo, , destinada aos filhos dos pais que detinham o poder.

Nas margens do Rio Jordão, por sua vez, surgia entre agricultores nômades um novo povo, que vieram a denominar-se e serem conhecidos como hebreus. Apesar de seu caráter primitivo, deles surgia uma nova concepção de divindade, agora atribuída a um único Deus, soberano, transcendente e inominável. Este Deus os conduziria à Terra prometida e seria o guia de suas futuras gerações. Era, no entanto, um Deus enérgico, punitivo, tendo-se na figura de Moisés o seu representante, com o estabelecimento de leis inflexíveis, a fim de educar uma população sem nenhuma cultura e dominada pelas paixões e pelos cultos a vários deuses.

Para os hebreus, a figura do pai era central, devendo castigar os filhos de forma rude, como se lê nos Provérbios: “quem economiza o porrete, odeia o próprio filho”. Era uma formação educativa, pode-se afirmar, que tinha como principal objetivo conduzir as novas gerações dentro das leis mosaicas.

Tal mentalidade, contudo, veio a ser abalada profundamente com o surgimento d uma nova revolução educativa, cuja influência iria desestabilizar os alicerces de toda a Antigüidade. Em meio a uma aldeia de nome até então sem importância, a qual ficaria conhecida e propagada pela literatura por todos os tempos , surgia uma nova mensagem, com uma nova visão de homem e de mundo.

Tratava-se da mensagem de um Homem chamado Jesus, e a partir Dele se iniciava uma revolução chamada cristianismo.

Toda a visão de mundo do homem Ocidental viria a ser influenciada pelo seu pensamento, a constituir uma de suas fundamentais matrizes. A sua proposta e os seus valores eram completamente opostos aos da sociedade vigente – valorizava a humildade em detrimento do poder; priorizava a mansuetude e não a força – , os seus valores eram, portanto, o inverso dos clássicos, e rompiam com tudo o que havia sido vivenciado até então pela Antigüidade.

Com Ele, altera-se a relação entre patrões e empregados, os quais passam a colaborar mutuamente, incentivados por sua mensagem fraternal; o pai se torna o guia da família, mais afetuoso com os filhos, e não mais o pai-patrão das sociedades antigas, principalmente a romana e a hebraica, de quem se esperava sempre castigos; mais central se torna o papel da mulher na família, como mãe protetora e disposta até mesmo ao martírio pelos seus.

Era, de fato, uma revolução de caráter cultural e antropológico nunca antes vista na história da humanidade.

A mulher, até então desprezada, para quem não se depositava nenhuma consideração e respeito, até mesmo pelos seus sentimentos, sendo muitas vezes mercadoria de troca, junto com crianças e escravos, é elevada por Ele a um patamar de dignidade. Jesus a retirara do pântano em que se encontrava, de violência e de incompreensão e restituiu-lhe o lugar de respeito e consideração de que sempre fora merecedora no concerto social. Suas características, como a delicadeza, a mansuetude, a sensibilidade, são elevadas à condição de excelência, quando eram motivo de desprezo pelos homens. Jesus foi o primeiro a operar um resgate da figura feminina na história da civilização, realizando uma das importantes etapas de sua afirmação social.

Jesus valoriza a criança, pega-as no colo e disse aos apóstolos: “Deixai vir a mim os pequeninos, e não os embaraceis, porque o Reino de Deus é daqueles que se lhes assemelham”, concedendo a elas atenção e carinho, enquanto o habitual era serem maltratadas, espezinhadas, vítimas de estupros, da brutalidade e até mesmo de sacrifícios rituais. Com o estabelecimento da mensagem cristã, entretanto, altera-se tal quadro, e de desconsideradas elas passam a ser o centro das preocupações sociais.

Jamais voltariam a haver dias como aqueles, em que Ele esteve com as criaturas, amando-as, ajudando-as e entendendo os seus sofrimentos. Iniciava-se ali, entre sofredores e famintos que o ouviam, entre sedentos de consolação e de compreensão, bem longe da riqueza e da ostentação, uma Nova Era, a era da fraternidade, que mesmo ainda não vivida, se instalava desde aqueles dias.

Com o tempo e a institucionalização da sua mensagem, em um organismo chamado Igreja, distorcem-se os seus conceitos, embora o principal permanecesse na sua essência: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.”

Através dos Concílios, convocados pelos sucessivos papas, ocorreram modificações, “correções”, interpolações nos textos evangélicos, que acabaram por infundir em meio a sua mensagem conceitos cujo objetivo era sancionar interesses inconfessáveis dos que detinham o poder civil e religioso, em atitudes criminosas.

Dentre estas conceituações, surge a de pecado original, a idéia de que o homem herdava desde o nascimento a culpa de Adão, em seu primeiro desacato a Deus. Tal vinculação arbitrária da natureza humana à figura do mito bíblico, deu surgimento à idéia de que todos éramos pecadores desde o nascimento, de que todos éramos impuros, já que   Santo Agostinho, entre 395 e 430, liga o conceito de pecado original à sexualidade, iniciando um período de condenação do corpo e das suas sensações.

Apesar de Jesus jamais o tê-lo mencionado, ele foi teorizado por séculos e ensinado na educação infantil, juntamente com a figura de um Deus punitivo semelhante ao dos hebreus, totalmente diferente do Deus amigo e que perdoa anunciado pelo Mestre.

Já na Idade Média, em seu longo período de mil anos, toda a Europa, segundo os historiadores, aparece dominada pela idéia de pecado. O homem que a educação formava era um sujeito em conflito, temeroso do próprio corpo e suas sensações, temeroso ainda de seus pensamentos os quais eram vigiados por Deus e pelos demônios, um homem, enfim, atormentado pela idéia de um inferno de dores eternas para os que se desviavam dos ensinamentos da Igreja.

Toda a visão de mundo, a concepção de tempo, do espaço, as relações sociais, as relações com Deus estavam permeadas pelo pecado, sendo a alma a arena de combate entre o bem e o mal. Tudo o que se referisse à vida secular, ou vida mundana, era condenável; apenas a vida contemplativa era digna de Deus, doutrina monástica chamada contemptus mundi, a qual predominou por séculos tanto nas pastorais católicas como nas protestantes que surgiram no século XVI.

Com o fim dos anos 400, tomando-se 1453 como ano-símbolo, com a queda do Império Romano do Oriente, ou 1492, com a descoberta da América, fecha-se um longo ciclo e inicia-se outro, com novas perspectivas para o homem.

Não se deseja mais o ideal da Igreja, de sujeitos temerosos e submissos a Deus, do cavaleiro medieval, da sociedade de ordens de caráter imutável. Deseja-se justamente romper com esse modelo, e o desenvolvimento das cidades e do comércio propiciavam isto, o libertar das amarras feudais e a liberdade por tanto tempo aspirada, afirmando-se novamente a racionalidade no humanismo italiano, através de um retorno ao estudo dos clássicos gregos, em uma visão que buscava emancipar o homem da Igreja – agora livre e independente para agir no mundo. Embora o humanismo não negasse Deus, surge uma outra pedagogia que procurava afirmar o homem puramente racional e separado da religião, esta vista como empecilho ao livre pensar. John Locke, filósofo inglês, afirma que não existem idéias inatas, que o homem é uma tábula rasa em que tudo o que se queira pode ser impresso; as ciências afirmam a primazia do mundo exterior em detrimento do mundo interior, e a humanidade caminha em direção ao ateísmo, em direção à negação da transcendência do ser humano. Tal separação entre ciência e religiosidade veio a influenciar todo o desenvolvimento da cultura até nossos dias.

A revolução iniciada com a Era Moderna, entretanto, guardou sérias contradições.

Ao mesmo tempo em que propunha um homem livre e autônomo, o Estado criava dispositivos de controle social, como os manicômios, os quais deveriam livrar os sãos da desrazão, e os presídios, tidos como depósitos de correção e reeducação dos “transviados”. O homem moderno prosseguia, dessa forma, controlado, vigiado, só que agora não mais pela Igreja, mas pela instância do Estado, que priorizava uma educação rígida e inflexível em internatos, a fim de moldar os comportamentos aceitáveis, produzindo sujeitos submissos e conformados.

Em meados da década de cinqüenta do século XIX, contudo, o Ocidente veria surgir uma nova pedagogia, de caráter muito peculiar. Iniciada com um professor francês de meia idade, o qual afirmava ter contato com a alma dos que já partiram, dava-se início a um novo ideal de formação humana universal, que teria na imortalidade da alma a sua principal prerrogativa.

Diferentemente dos gregos e dos filósofos e pedagogos da Era Moderna, o Espiritismo, como foi chamado, não operava uma separação entre ciência e religiosidade, pelo contrário, afirmou a necessidade da sua coexistência, da sua complementaridade. Não afirmou a supremacia da fé, como fizeram os medievais, e tampouco negou a transcendência como fizeram os modernos e os de nossos dias... Afirmou, sim, um ideal de formação humana onde a razão orienta o caminho para o sobrenatural, o contato com os que já partiram, e o recebimento de instruções destes últimos.

Reafirmou a pedagogia de Jesus, a sua mensagem em sua originalidade, surgem alterações, sem interpretações motivadas por interesses de grupos ligados ao poder ou de caráter local, étnico.

Elevou a mulher a uma posição de igualdade perante o homem por definitivo, já que o espírito não tem sexo, mas possui ambas as polaridades psíquicas, a feminina e a masculina, ou a anima e o animus, na conceituação de C.G. Jung, sendo que o homem de hoje já foi mulher no ontem e virá a ser amanhã, novamente; o mesmo se dando com a mulher.

Somando-se a legitimação da feminilidade, esta nova pedagogia valorizou a criança e destinou-lhe um lugar de atenção e destaque como o fizera Jesus, só que agora ao afirmar a bagagem cultural e espiritual que traz consigo, juntamente com planos e sonhos, os quais não devem ser suplantados pelos interesses dos adultos.

Como nunca antes fora visto na história da humanidade, o ideal de formação de homem para o Espiritismo – a paidéia espírita – propõe um homem completamente aberto sem reservas aos conhecimentos, tanto o propiciado pelas diversas ciências, bem como aquele de outras doutrinas espiritualizadas, dentre elas o budismo.

Não se afirma, portanto, como verdade absoluta, mas como uma parcela da verdade, como terceira revelação para a humanidade, sendo o consolador prometido por Jesus, a trazer novos e necessários conhecimentos para as criaturas. Outras revelações, porém, outros aspectos da realidade e as leis do universo não são encontrados no espiritismo, mas nas ciências e em outras doutrinas espiritualizadas, igualmente parcelas da verdade.

O espiritismo propõe, portanto, um homem livre, autônomo, flexível, não mais o homem seguro do passado, possuidor de verdades absolutas, pois como afirma Hammed, a verdade é relativa no atual estágio da humanidade. Em lugar do sujeito dogmático surge então um homem que organiza e atualiza o seu saber em “sínteses provisórias”, como propõe o eminente sociólogo francês Edgar Morin, para quem a educação atual deve operar uma religação dos saberes, justamente como faz o espiritismo, ao estar sempre em estreita conexão com as diversas áreas da cultura e da ciência, em constante atualização. O homem e a mulher espíritas são, assim, como propõe Edgar Morin, sujeitos interrogantes, sempre a desbravar o mundo sem preconceitos e conduzindo-se através da racionalidade.

Em um momento em que a educação se encontra em crise, em que se discute a necessidade de limites para a infância e a adolescência; quando os professores são culpabilizados por não “educarem” quem já deveria estar educado, o espiritismo, no seu ideal de formação humana, vem afirmar a família como a sua prioridade, como o educandário do espírito, onde se aprendem os valores morais, que não estão nos livros mas nos exemplos, e que são de fundamental importância para a superação dos atavismos ancestrais.

Ao lado, pois,  do desenvolvimento cultural, intelectual, que são importantes, está a educação do espírito, aquela de caráter moral, a operar a formação de um homem ético, não submisso como o medieval e conformado como o moderno, mas uma mulher e homem idealistas, a atuarem pela transformação da sociedade em que vivem, como sujeitos históricos.

Ao lado desta, cujo centro é a família, oferecem-se como redutos de desenvolvimento espiritual as escolinhas de evangelização, onde o pequeno ser , ao desenhar o espírito saindo do corpo do boneco, com canetinhas em uma folha de papel, aprende que a sua vida é eterna, que nasceu para ser feliz, e que a morte é apenas uma historieta do passado para assustar crianças. Aprende ainda que o Deus de todas as coisas é um Deus bom, amigo, compreensivo e que lhe ajudará a vencer os obstáculos da vida. Aprende que nunca está sozinha, que tem um amigo que a protege, mesmo que não o veja... Internaliza, por conseguinte, que vale a pena viver neste planeta, e se conscientiza de que é preciso cuidar dele também.

Esta revolução educativa encontra-se em plena efervescência, a propor para a sociedade um novo homem – não mais cindido em conceituações irracionais, mas um homem espiritual, conectado ao corpo por diversas engrenagens, as quais todos podem descortinar através de sua vasta literatura... Este novo ideal terminará, com o contributo valioso da Psicologia Transpessoal, que considera o homem precedente ao berço e sobrevivente ao túmulo, por modificar os modelos pedagógicos, os quais hoje não possuem soluções para os problemas da infância e da adolescência, e afirmará o homem integral, o ser espiritual que somos, encerrando a primazia da razão e dando início a Era da Intuição.

A complexa aventura educativa da criatura humana, desde o surgimento do Homo sapiens, a cerca de 40 mil anos atrás, até os nossos dias, encontra na proposta dos espíritos o seu aspecto mais elevado em toda a história.

Esta revolução, vale ressaltar, não começa nas universidades mas nos lares, na vivência do amor dos pais pelos filhos, guiados pelo roteiro luminoso dos ensinamentos de Jesus. Cabe a nós, como indivíduos atuantes e não passivos na história, sermos os protagonistas desta revolução educativa que se dá – uma revolução educativa chamada Espiritismo.

Referências Bibliográficas:

ÂNGELIS, Joanna de (Espírito). Amor, Imbatível Amor; psicografado por Divaldo P. Franco. – Salvador, BA: Livr. Espírita Alvorada, 1998.

    . Nascente de Bençãos, - Salvador,   BA: LEAL, 2001.

    . Dias Gloriosos; - Salvador, BA: LEAL, 1999.

    . Jesus e o Evangelho – À luz da psicologia profunda - . Salvador, BA: LEAL, 2000.

    . Elucidações Psicológicas à Luz do Espiritismo. Sobrinho, Geraldo Campetti e Pedrosa, Paulo Ricardo (org.). Salvador, BA: LEAL, 2002.

AMBI, Franco. História da Pedagogia; tradução de Álvaro Lorencini. – São Paulo: Editora UNESP, 1999.

HAMMED. Os prazeres da alma – uma reflexão sobre os potenciais humanos ; Catanduva, SP: Boa Nova Editora, 2003

KARDEC. O Evangelho Segundo o Espiritismo ; tradução de J. Herculano Pires. Capivari – SP – Editora EME, 1996.

MORIN, Edgar. Introdução ao Pensamento Complexo; Instituto Piaget, Portugal, 2001. 

-  Adriano Oliveira (RS)
E-mail: adriano_oliveira22@hotmail.com

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